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Dogmática e Relativismo

08/01/2009

RESUMO DO CAPÍTULO IX DO LIVRO DO PRESIDENTE DO MOVIMENTO INTEGRALISTA E LINEARISTA BRASILEIRO, CÁSSIO GUILHERME:

No trabalho de formação doutrinária dos membros do Movimento Integralista e Linearista Brasileiro, sentimos a necessidade premente de discutirmos os aspectos teleológicos e ontológicos de nossas posições racionais e o Dogmatismo de Princípios, bem como a Questão importantíssima do Relativismo de princípios. Como sabemos, a Dogmática é uma maneira de interpretação da natureza e da realidade humana baseada em dogmas, verdades impostas, realidades que devem ser aceitas sem discussão. Geralmente a dogmática está relacionada com a fé religiosa, e sendo uma verdade aceita sem questionamentos, independe de confirmações físicas ou metafísicas. Tanto o Integralismo quanto o Linearismo se opõem ao dogmatismo. O primeiro exemplo dessa assertiva é a palavra do Chefe Nacional Plínio Salgado: “Não me envelheçais, focalizando a minha personalidade. Procurai-me no meu Pensamento. Não me considero nem diferente nem melhor do que vós”. O que queria dizer o Chefe com essa frase?? Não devemos considerar apenas a figura e a ordem, devemos entender de forma racional porque obedecemos e porque somos Integralistas. Os dogmas são contrários à condição humana. A Igreja Católica cometeu erros gravíssimos através de dogmáticas. Um exemplo foi a consideração da visão aristotélica de que a Terra era o centro do Universo. Durante 1500 anos esse fato foi tido como verdade, única e exclusivamente através de Dogma. Comete outro erro crucial tanto a Igreja Católica quanto qualquer Religião usar de dogmática como doutrina. Não deve o cidadão cristão condenar o aborto por exemplo, só por que a sua Igreja mandou. O cidadão deve condenar o aborto por que entende que essa prática condena um ser indefeso à morte, sem chance de argumentação, e isso está contra os princípios da racionalidade humana e de sua condição espiritual e moral. Portanto, os membros do MIL-B devem abominar o dogmatismo e valorizarem o racionalismo e o espiritualismo como formas de entendimento e aperfeiçoamento do Homem. Lembremo-nos do conselho do filósofo alemão Fichte: “ Idealismo e dogmatismo não têm ponto em comum e são incompatíveis entre si”. ( in Reale , Geovanni, História da Filosofia, pág 66)

Agora vamos tratar da questão do relativismo. Gostaríamos de lembrar que a Natureza e o Universo são lineares( previsíveis) em vários aspectos, sob pena de que a não linearidade tornaria a existência incongruente. As leis físicas da natureza obedecem a uma verdade absoluta e não dependem de valoração do ser humano. Com efeito, a Lei da Gravidade e a Lei do Movimento dos elétrons não depende das pessoas acreditarem ou não. Essas Leis simplesmente existem e agem, no tempo e no espaço. Igualmente a noção de Finito e Infinito, que vários filósofos como Kant e Hegel tentaram relativizar através do racionalismo e da dialética, existem e atuam independente da concordância do Homem. Também Vida e Morte agem dessa maneira. O advento da Teoria da Relatividade de Einstein e da Mecânica Quântica tentaram relativizar as Leis da Física ao observador humano. Nas palavras de Einstein: “ Não se pode perceber o movimento absoluto, tempo e espaço são realidades que existem em conjunto”. Tudo estaria então vinculado a um observador inercial e os fenômenos da Física não poderiam se tornar absolutos. Observe que o próprio Einstein entrou em contradição com seus postulados, de forma filosófica, ao afirmar que a velocidade da luz era independente do observador inercial, ou seja, uma verdade absoluta. No caso da Mecânica Quântica, a interpretação relativística foi mais radical. A Mecânica Quântica descreve o movimento das partículas atômicas e subatômicos, não de forma determinística, mas de forma estatística. Portanto, aquele modelo que aprendemos na escola de que o elétron está em volta do próton, no núcleo do átomo, não é mais verdade. O máximo que a Mecânica Quântica pode afirmar é que o elétron tem uma possibilidade de x% de estar a y angstrons do núcleo do átomo e que o observador, ao realizar uma medida, interfere no lugar onde o elétron realmente está ( ou não está). A Mecânica Quântica é no sentido ontológico uma aberração enquanto conhecimento humano, visto que coloca o observador como referência de uma Lei da Natureza ( ou seja, desloca a plenitude de onisciência de Deus para a interferência do Homem). Como a Física não tem capacidade de interpretar de forma racional o que realmente acontece no átomo, e mesmo não dá o braço a torcer que algo divino opera essa estrutura, inventou essa excrescência chamada Mecânica Quântica.

Da mesma forma, os fatos humanos quando se tornam relativísticos, se tornam extremamente perigosos. Observem o caso dos comunistas. Para eles matar 100 milhões de seres humanos é coisa normal, faz parte da revolução. Ora essa, Matar um ser humano é condenado na Bíblia e na moral do Homem. Não é um fato que depende da interpretação do próprio Homem. Da mesma forma, destruir a Natureza ou roubar são conceitos que se tornam perigosamente relativos, o que traz a tragédia humana dos dias atuais. Do ponto de vista Integralista e Linearista, também a relativização de fatos é algo absurdo. Gera inerentemene o caos, e o Movimento Integralista e Linearista Brasileiro não aceita esse caos. O Movimento Integralista sempre se baseou no respeito de seus membros pelo Chefe Nacional, independente da opinião dos milhares de Integralistas. Por fim, Deus não é relativo; Deus é a verdade absoluta, Deus é a medida de todas as coisas” e não o que disse o grego Protágoras : “ O Homem é a medida de todas as coisas”.

Integralistas Lineares, abominem o Dogmatismo e o Relativismo!!!

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