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O POVO ESCOLHIDO ( JUDEU) QUE CONTROLA O BRASIL

16/07/2016

 

 

 Por :  Profa. Guilhermina Coimbra.

 

 

 

          A coluna do Anselmo Góis ("O Globo", 17.06.2016, Sexta-feira) diz ..."Parece racismo. E é"...,  comentando o fato de Partido Político brasileiro haver apontado "o dedo” de Estados estrangeiros no golpe contra ...", o então Governo do Brasil, porque um Estado estrangeiro , ..." passou a controlar .... três setores-chaves do governo brasileiro “ ...: Inteligência, Defesa, e Banco Central”.  

 

          Racismo existe e muito - mas é fora do Brasil.

 

          Alguns exemplos de forte preconceito racial são encontrados nos asquenazis.

 

          Os asquenazis são os judeus brancos da Alemanha e da Polônia, principalmente. Todos têm o maior preconceito contra os sefaradis, os judeus escuros do norte da África e especialmente dos EUA que jamais conseguiram sufocar o forte preconceito racial.

 

 

 

 

 

          Qualquer que seja o país do mundo no qual resida, a pátria dos judeus é Israel.

 

 

 

           A pátria dos judeus é o território de Israel, elemento constitutivo do Estado de Israel.

 

          A pátria dos judeus existe graças ao Brasil.

 

          O território de Israel foi conseguido graças ao voto de Minerva do brasileiro Oswaldo Aranha na Assembléia-Geral da ONU/1948.

 

         Os Membros participantes da Assembléia Geral da ONU/1948 não aceitavam de modo algum entregar território para os judeus formarem o Estado de Israel.

 

          Metade dos Membros da AG/1948, da Organização das Nações Unidas, não aceitava conceder a Israel o referido território, razão pela qual, foi decisivo o voto do Brasil na aquisição do atual território de Israel.

 

 

 

            Para ser considerado um Estado, três elementos constitutivos são necessários: território, população (nacionais e estrangeiros sob um mesmo território) e poder político.

 

 

 

         A AG da ONU/1948 – depois da tragédia da 2ª Guerra Mundial - também deixou claro que não existem raças humanas: a humanidade é uma só.

 

 

 

         O Brasil – apesar de todas as “forçadas barras”, objetivando mostrá-lo “racista” – o Brasil absolutamente jamais sustentou a superioridade de qualquer tipo de raça.

 

          Apesar da voz corrente, segundo a qual, “Deus é brasileiro” - o Brasil não se convence, o Brasil é um país cristão.

 

           O Brasil, como país cristão, jamais se colocou como “o povo escolhido” - o que pode e deve ser entendido, como puro e forte racismo.

 

 

 

         Nos postos chaves do Governo do Brasil, estão brasileiros de origens e credos diversos.

 

         O Presidente do Banco Central do Brasil é judeu, de origem armênia.

 

 

 

       Na Diretoria de Relações Institucionais do Banco Central do Brasil foi indicado ex-chefe de Gabinete do atual Ministro da Fazenda, com dupla nacionalidade - americana e brasileira - alto executivo do Bank  Boston, americano, cujo sistema financeiro americano é controlado por banqueiros de Israel.

 

 

 

       A população brasileira não esquece e espera que os agraciados com o voto de Minerva do Brasil na AG da ONU/1948, jamais se esqueçam:

 

 

 

-não foram nem os Estados Unidos e  nem a Inglaterra que deram o voto de Minerva decisivo para Israel adquirir o território;

 

 -  não foram os EUA e nem a Inglaterra - Estados que possuem todo o aparato do poder bélico-atômico, político e financeiro - que concederam o território de Israel.

 

 

 

 

         No Brasil, é de domínio público o conhecimento de que a Companhia Siderúrgica Nacional privatizada e sob o comando de judeus - está devendo cerca de R$ 1 bilhão à Receita Federal.

 

          Este não pode ser o comportamento de quem historicamente deve tanto – o próprio território - ao Brasil.

 

         A sonegação fiscal representa uma sangria de mais de R$ 500 bilhões de reais ao Erário Público brasileiro.

 

        Somando a sonegação fiscal, mais outro tanto de juros, o total, segundo fontes, está em torno de muitos bilhões de reais – os quais estão fazendo  falta à Caixa do Tesouro Nacional do Brasil – na distribuição de rendas, entre os  setores carentes: Saúde, Educação, Infra-estrutura e outros.   

 

 

 

         A onda das privatizações das empresas públicas do Brasil – tornaram-se conhecidas como as “privatarias”. Isto é, privatizações efetuadas por “piratas” de terra firme, ou seja, os espertalhões da vez, no Brasil.

 

 

 

          A impressão que a população brasileira tem – os EUA e boa parte do mundo, também -  é a de que esta nova velhíssima-mais-do-que-caduca  "equipe econômica",  formada por técnicos "altamente qualificados” nos Estados Unidos, preferentemente, com dupla nacionalidade e detentores de “invejáveis currículos"- é bem ao gosto dos "mercados", sob a direção de um "governo brasileiro”, meio  que inspirado nos personagens bandidos de “Os Intocáveis”, um clássico do cinema Norte-americano.   

 

 

 

          No mundo e até nos EUA, o entendimento é o de que os Membros do Governo brasileiro, parecem ..."raposas tomando conta do galinheiro"..., com equipe econômica formada por técnicos ..."altamente qualificados nos Estados Unidos e com dupla nacionalidade, de preferência”..., detentores de “invejáveis currículos", imprescindível e exatamente, ao gosto dos "mercados", sob a direção de um governo, acima qualificado, como uma nova-velha-mesmíssima-realidade-de-sempre.   

 

 

 

          Pesquisando, concluímos como inacreditável, o fato de entre milhares de brasileiros inteligentes, capazes, com Doutorados et caterva - o Governo do Brasil escolher,  a dedo,  ex-funcionário do Federal Reserve, o BC americano, para ser o novo diretor de política econômica do Brasil.

 

 

 

         Ah! Não! Brincadeira! Dizem os  estudantes brasileiros.

 

 

 

        Desse jeito, não demora a população brasileira vai exigir votar lá, naqueles que insistem em mandar aqui: FORA DO GOVERNO  DO  BRASIL REPRESENTANTES DE INTERESSES QUE NÃO SÃO OS INTERESSES DO BRASIL!

 

 

 

       Daí, porque, os residentes no Brasil repetem cantilináriamente:

 

- melhor respeitar a percepção brasileira, senhores e Sirs.

 

 

 

Sorry, sorry, Sirs!

 

 

 

O Brasil merece respeito.

 

 

 

* Curriculo Lattes; Pesquisadora CNPq, CAPES/1974; FGV-Rio, 2013-2016.

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