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Plínio Salgado

Escritor e político brasileiro. Dedicou-se ao jornalismo, fazendo crítica literária e política. Fundou a Ação Integralista Brasileira, tornando-se o chefe deste movimento nacional. O Integralismo de Plínio Salgado configurou-se como o maior movimento nacionalista da história do Brasil, o primeiro a aceitar negros e mulheres, um movimento verdadeiramente nacionalista, anticomunista e antiliberal que, sob o lema "Deus, Pátria e Família", conseguiu reunir setores da classe média e intelectuais. Os milicianos obedeciam a uma série de regulamentos, entre os quais o uso de uniformes (camisas-verdes) e da saudação Anauê, uma saudação em língua tupi.

Plínio Salgado nasceu em 22 de janeiro de 1895 em São Bento do Sapucaí SP. Após um período em Minas Gerais e na capital paulista, voltou à cidade natal e fundou em 1916 o Correio de São Bento. Seu talento como escritor foi reconhecido por Monteiro Lobato, que publicou algumas de suas crônicas na Revista do Brasil. Dois anos depois, Plínio participou da fundação do Partido Municipalista. Viúvo aos 24 anos, com uma filha recém-nascida, tornou-se profundamente religioso. Em 1920 mudou-se para São Paulo, onde ficou conhecido como jornalista e escritor. Foi um dos ideólogos da tendência nacionalista do modernismo, denominada Movimento Verde-Amarelo, em oposição à corrente primitivista, lançada pelo Manifesto pau-brasil, de Oswald de Andrade.

Em 1927, publicou Literatura e política, em que se declarava anticosmopolita, defensor de um Brasil agrário e contrário ao sufrágio universal. No ano seguinte, elegeu-se deputado estadual pelo Partido Republicano Paulista (PRP).

Em 1932 organizou a Sociedade de Estudos Políticos, da qual derivou uma comissão técnica, a Ação Integralista Brasileira (AIB), destinada a transmitir à população, em linguagem simples, suas bases doutrinárias. A AIB cresceu aos poucos e, em junho de 1937, já transformada em partido político, reuniu 25.000 adeptos em desfile no Rio de Janeiro. No ano seguinte, após duas tentativas de revolução contra o governo ditatorial de Getulio Vargas, a maioria dos implicados foi presa, torturada e morta. Salgado, detido apenas um ano depois do levante, rejeitou o cargo de Ministro da Educação oferecido por Vargas e foi exilado em Portugal. O Integralismo chegou a ter milhões de camisas verdes espalhados em todo Brasil.

De volta ao Brasil em agosto de 1945, com a redemocratização do país, fundou o Partido de Representação Popular (PRP), pelo qual concorreu às eleições de 1955 para a presidência da república. Em 1970 exerceu seu último mandato na Câmara. Morreu em São Paulo, em 7 de dezembro de 1975.

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